O SISTEMA AVALIATIVO DA NÃO REPROVAÇÃO: E OS SEUS EFEITOS NA VIDA ESCOLAR DO ALUNO

Arilton Galvão Pimentel

Resumen


O sistema educacional brasileiro sempre foi marcado por déficits de aprendizagens, em especial nos anos inicias, de maneira que tais insuficiências acabaram por resultar em massivas reprovações de alunos, que em meio as retenções escolares, quando não evadiam da instituição de ensino, continuavam nesta com baixos índices de rendimentos em suas aprendizagens, gerando um ciclo de reprovações e defasagens de aprendizagens. Assim, em meio ao histórico de insucessos, ao longo do tempo foi apontado um regime educacional em que o aluno não fosse punido, ou seja, reprovado em meio ao insucesso escolar. De modo, que em 1996, com a promulgação da atual LDB, várias cidades brasileiras se lançaram na empreitada de implantação do então chamado Regime de Progressão Continuada -RPC, que em algumas realidades mostrou-se insuficientes para a resolução das adversidades educacionais. Porém, no ano de 2010, o CNE, visando fortalecer tal política educacional institui que a mesma fosse implementada em nível nacional, sob a alegação de que o RPC resolveria o problema da reprovação escolar e consequentemente haveria a melhoria da educação nacional. Todavia, tal política tem sido motivo de controvérsias, despertando árduos debates, entre opiniões favoráveis e contrárias. Portanto visando analisar as percepções que os educadores têm sobre tal política educativa e buscando compreender os efeitos desta política educativa na vida escolar dos alunos do ciclo 1, realizamos este trabalho científico do tipo descritivo, com o enfoque misto, tendo um desenho não experimental, em uma escola do inteiro do estado da Bahia.

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